Caminhoneiro é sequestrado e deixado na BR-116;

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Um caminhdownloadoneiro natural da cidade de São Paulo, compareceu no final da tarde deste Domingo (01) no DISEP, para informar que se encontrava no posto tabuleiro da baiana na br-116,  quando dois elementos armados o sequestraram e o obrigaram a dirigir em direção a cidade de Cândido Sales.

Chegando no povoado de Veredinha, os Sequestradores obrigaram o motorista a descer do caminhão,  e logo após fugiram levando 14 pneus, além de R$ 3.000,00 em dinheiro.

Poções: Câmara reprova contas do ex-prefeito Otto Magalhães e o torna inelegível por 8 anos

votação

Com oito votos favoráveis ao parecer do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCM-BA), quatro contrários e uma abstenção, a Câmara de Vereadores de Poções reprovou as contas da Prefeitura referentes ao exercício de 2015, de responsabilidade do ex-prefeito Otto Wagner de Magalhães, na sessão da noite desta segunda-feira (18).


Foto: ASCOM – CMVP

Durante a sessão, a Câmara de Vereadores esteve lotada. Muitos dos munícipes presentes gritavam palavras de ordem e chamavam o ex-prefeito Otto Wagner de Magalhães de corrupto e ficha suja. Para conter os ânimos, o presidente da casa de leis solicitou a presença da Polícia Militar e da Guarda Municipal.


Foto: ASCOM – CMVP

Na votação durante o pequeno expediente, os vereadores, Carlos de Jesus (Careca), Edson Meira, Laudelino Palmeira e Leordino Oliveira votaram a favor do ex-prefeito, já, os vereadores Afonso Martins (Afonsinho), Eduardo Barbosa, Joaquim Moreno (Kinka), Jorlando da Penha (Lande), Marilene Oliveira (Leninha) Nelson Machado (Nelsão), Zilduardo Almeida (Santo) e o presidente da Câmara Davi Soares foram favoráveis a rejeição da contas. O vereador Antonio Lemos absteve do voto.


Foto: ASCOM – CMVP

Com a decisão, o ex-prefeito de Poções, Otto Wagner de Magalhães, é enquadrado na lei da “ficha-limpa”, e fica inelegível pelos próximos 8 anos, sendo considerado o mais novo ficha suja do município. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em 10 de agosto de 2016, que só a Câmara de vereadores pode tornar inelegível um político que teve suas contas rejeitadas por um tribunal de contas. ASCOM – CMVP.